Quarta-Feira, 08 de setembro de 2010




O Piloto e o Comissário de Bordo
Pilotos e comissários de bordo estão cada dia em um lugar. A maioria dos profissionais faz cursos em escolas de aviação civil. Para pilotos, a tendência é a exigência de diploma de curso superior.

Pilotos e comissários de bordo não têm rotina. Eles vivem de malas prontas e se pela manhã estão em uma cidade, na hora do almoço provavelmente estarão em outro lugar.

Ao lado dos mecânicos de vôo, os pilotos e os comissários de bordo compõem a tripulação de uma aeronave. Os pilotos operam os equipamentos e são responsáveis pela segurança dos tripulantes, passageiros e do próprio avião ou helicóptero. Já os comissários garantem que todas as normas de segurança do vôo estão sendo cumpridas, atendem aos passageiros e executam o serviço de bordo.

"A gente trabalha por escala. Então temos a previsão de como serão os próximos 15 dias. Também tem o fato de que às vezes podem sair vôos de última hora", conta Marco Villani, 29, comissário de vôo internacional.

Os profissionais ouvidos pelo G1 afirmaram que a vida de viagens é muito estimulante, pois permite conhecer lugares diferentes. No entanto eles dizem que as relações familiares e sociais ficam prejudicadas. "Quando você se dedica com afinco à profissão, você vive para voar. A sua vida vira uma mala e um quarto de hotel. Não existe fim de semana nem feriado e há uma quebra na interação com a família e amigos", comenta Villani.

As áreas de atuação de comissários são as companhias aéreas e os táxis aéreos. Já os pilotos também podem trabalhar como instrutores em escolas, na aviação executiva, na aviação agrícola e em serviços aéreos especializados, como UTI aérea e aerofotogrametria.

O Sindicato Nacional do Aeronautas estabelece pisos nacionais para as duas profissões que variam de acordo com a área de atuação. Para pilotos da aviação comercial o piso é R$ 2.000 para 54 horas diurnas mensais de vôo. Já para os comissários, o valor é de R$ 1.000 para o mesmo período.

Segundo o responsável pela secretaria de regulamentação profissional do sindicato, Marco Reina, as empresas pagam mais do que o piso e somadas as horas a mais trabalhadas (há um limite de 85 horas mensais), os adicionais noturnos, de feriados e domingos e as diárias de alimentação, os profissionais conseguem dobrar os salários.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação buscar Civil (Anac), já foram concedidas 17.236 licenças para pilotos no Brasil. Desse total, 5.108 são para pilotos de linha aérea (aviação regular). O número de comissários de bordo habilitados é bem maior: 27.866.

Investimento na formação

A maioria dos profissionais faz cursos teóricos e práticos em escolas de aviação civil homologadas pela Anac. Essa agência também é responsável por aplicar as provas e conceder as habilitações de pilotos e comissários.

No entanto, segundo os profissionais ouvidos, a tendência é que se exija diploma de graduação para pilotos. Segundo dados de 2005 do Ministério da Educação (MEC) existem 15 cursos de ciência da aviação no país.

Os cursos de graduação oferecem a formação teórica, mas a parte prática é feita em escolas e aeroclubes. De acordo com a Anac, existem 261 escolas de formação de pilotos e comissários no Brasil.

A carreira de piloto tem diferentes habilitações e exige um investimento total de cerca de R$ 70 mil. A primeira é a de piloto privado (PP), que exige um curso teórico de cerca de quatro meses e 35 horas de vôo acumuladas.

Ao final do curso, o aluno faz o exame da Anac e recebe a licença para conduzir aeronaves, mas para ser remunerado é preciso obter a licença de piloto comercial (PC), que exige um outro curso, cem horas de vôo para helicópteros e 150 horas para aviões. "As habilitações funcionam como degraus na carreira de piloto. A última carteira é a de piloto de linha aérea (PLA), necessária para ser comandante", explica Costa.

Nos cursos para piloto, os alunos têm aulas de regulamentação (regras de tráfego aéreo, profissão, aviação civil), meteorologia (saber interpretar informações meteorológicas), navegação aérea, teoria de vôo ou aerodinâmica (comandos para manobras, princípios), conhecimentos técnicos e motores. A parte prática são as horas de vôo.

Formação de comissário

Já para se formar comissário, é necessário um curso de cerca de quatro meses com uma série de matérias divididas em quatro grupos: emergência, segurança e sobrevivência; regulamentação; fisiologia de vôo; e conhecimentos gerais de aeronave. Esses profissionais também fazem a prova da Anac.

Além do curso de formação, o comissário deve investir em um curso de idioma, preferencialmente inglês, e cuidar da aparência", diz Reina. Segundo ele, um bom comissário deve ter vocação para lidar com o público, ser simpático, paciente, cortês e estar sempre disposto para dar o melhor de si em situações adversas.

Fonte: Portal G1
Postada em: 19/09/08
Orientação profissional
Segundo especialistas, os testes vocacionais vão além de um simples questionário e todos os estudantes deveriam buscar orientação antes da escolha da carreira.

Todos os anos centenas de alunos do ensino médio enfrentam o mesmo desafio: decidir qual será o curso que vai prestar no vestibular. A decisão, que não é nada simples, vai refletir diretamente na carreira profissional que este aluno pretende seguir e, portanto, muitos sofrem com as dúvidas na hora da escolha.

Uma das maneiras mais tradicionais para ajudar o aluno a decidir qual é a melhor carreira a ser seguida é fazer orientação vocacional, uma avaliação criteriosa realizada por profissionais habilitados que vão mostrar ao candidato quais seriam as carreiras que ele tem mais aptidão.

"Uma orientação vocacional vai além de um teste psicológico. O teste é apenas mais um instrumento que o avaliador pode usar dentro de um processo maior que é a orientação profissional. São várias consultas, entrevistas, testes e outras atividades realizadas para chegarmos numa direção, num diagnóstico de orientação", afirmou Rosane Levenfus, presidente da Associação Brasileira de Orientação Profissional (Abop).

E engana-se a pessoa que pensa que a escolha de uma carreira pode ser decidida naqueles testes simples, publicados em sites ou revistas, com perguntas superficiais. Muito pelo contrário. Segundo o Conselho Federal de Psicologia (CFP), órgão responsável por validar os exames aplicados pelos psicólogos, os testes publicados em revistas ou sites aleatoriamente não têm comprovação científica e por isso não trazem resultados confiáveis.

Uso exclusivo do psicólogo

Todos os testes psicológicos são de uso exclusivo dos psicólogos que vão aplicá-lo. Antes de serem usados, eles passam por uma comissão de especialistas dentro do conselho federal, que avalia se eles são recomendados ou não. "Só o psicólogo está habilitado para interpretar os resultados de um teste e são poucos os aprovados para aconselhamento profissional", explicou Acácia Aparecida Angeli dos Santos, membro do grupo de trabalho de avaliação psicológica do CFP.

Acácia acrescenta também que nenhuma avaliação profissional faz milagres porque ninguém pode decidir a carreira de outra pessoa. "Às vezes a pessoa nos procura achando que o psicólogo vai dizer para ele seguir essa ou aquela carreira. E não é assim que funciona. Com o leque enorme de profissões que existe atualmente, é impossível o psicólogo dizer uma única carreira", explicou.

De acordo com Rosane, "não há mágicas". "O psicólogo vai avaliar a capacidade intelectual da pessoa, as características da personalidade, a aptidão, vai recorrer a vários tipos de testes, enfim, procurar usar uma infinidade de recursos para identificar em qual carreira ou área aquele aluno teria mais afinidade. Geralmente são cinco encontros", afirmou.

Sem testes psicológicos

Em São Paulo, o pedagogo Silvio Bock, doutorando em educação na Universidade Estadual de Campinas, desenvolveu um programa de orientação vocacional que não usa testes psicológicos na abordagem. Segundo Bock, o programa é baseado em encontros realizados em grupo ou individualmente, onde os alunos desenvolvem atividades diferenciadas para que eles mesmos decidam a sua carreira.

"Não fazemos testes porque geralmente quem faz teste espera um diagnóstico. E ninguém pode dizer a uma pessoa o que ele deve ou não fazer da vida", disse. Segundo Bock, o que o Nace - Orientação Vocacional faz é uma intervenção psicoeducacional que leva os alunos a refletirem sobre a melhor carreira.

Momento de reflexão

O mais importante na hora de fazer uma avaliação vocacional, dizem os especialistas, é que o aluno em dúvida procure um profissional habilitado ou escolas e universidades que oferecem o serviço gratuitamente.

"Eu, como pedagogo, defendo que todos façam orientação, mesmo que pensem que já sabem qual carreira querem seguir". Acácia concorda. "Todos os alunos de ensino médio deveriam fazer orientação vocacional porque este é um momento de reflexão importante", afirmou.

Fonte: Portal G1
Postada em: 14/09/08
O profissional de Logística
Profissional da logística lida com organização e planejamento
Graduação é planejada para durar de dois a três anos. Estudante recebe conteúdos de matemática, gestão, administração entre outros.

Organização e planejamento estão em praticamente todas as atividades produtivas, e quem cuida dessas áreas é o profissional da logística. É ele quem vai olhar para a entrada da matéria-prima, para o estoque dos produtos, para o transporte, e buscar menores custos e mais agilidade.

“Logística planeja, implementa e controla o fluxo e armazenagem de bens, serviços e informações para atender as necessidades dos clientes”, explica o coordenador do curso na Universidade Estadual de Goiás (UEG), Flávio Gomes de Morais.

Ainda está difícil de visualizar a atuação? Segundo Morais, o profissional pode trabalhar no serviço ao consumidor, em setores de transportes, de compras, de planejamento estratégico, na administração e manipulação de materiais, no controle de custo, com inventários, entre outras áreas.

E todo o tipo de empresa procura o profissional, já que a função é necessária em qualquer processo de transformação, de montagem, de desenvolvimento e até mesmo de serviços. Exemplos? A indústria farmacêutica - na compra de materiais, embalagem, estoque e distribuição do produto - a indústria metalúrgica, a petroquímica, o setor de serviços.

“A logística não agrega valor ao produto diretamente. Mas ela pode contribuir reduzindo os custos, com uma gestão do estoque ou dos transportes otimizada. Ela também reduz atrasos nas entregas, preocupa-se com a embalagem adequada para não danificar o produto em trânsito”, afirma Waltson Limad, coordenador do trabalho de graduação e de estágio da Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec-SP) da unidade de Carapicuíba.

“Para atuar na área é necessário gostar de matemática, ter raciocínio lógico e visão espacial. É necessário olhar o fluxo produtivo com uma visão global, sistêmica”, diz.
E, segundo o professor, a faculdade amplia esse olhar, com aulas de matemática e cálculo, voltadas para a aplicação nas empresas e indústrias.

O que se aprende

Quem ingressa no curso terá uma visão voltada para a prática com boas noções de cálculo, administração, economia, contabilidade, gestão da qualidade, planejamento e de transportes, entre outras disciplinas que compõem a grade curricular. Conforme a faculdade, pode haver também estágio obrigatório e trabalho de conclusão de curso.

Alguns cursos ainda privilegiam o ensino de línguas para possibilitar a atuação do graduado em funções, por exemplo, de comércio exterior. O domínio de ferramentas de informática é outra das temáticas abordadas.

Cursos no país

De acordo com as estatísticas do Ministério da Educação (MEC), existem mais de 200 cursos de tecnologia em logística, a maior parte em instituições de ensino particulares. Pelas normas do ministério, a graduação deve ter, no mínimo, 1.600 horas, o que corresponde a dois anos de aulas. Mas é comum que o curso tenha três anos de duração.

Quem está interessado, deve observar se a instituição de ensino oferece uma boa biblioteca atualizada e um laboratório de informática com os softwares específicos. O nome da instituição e a tradição de seus cursos também deve contar na hora da escolha.

Fonte: Portal G1
Postada em: 06/09/08
O Zootecnista
Zootecnista lida com produção animal. Melhoramento genético e nutrição estão entre as atividades da carreira. Formação exige boa base em exatas e biológicas.

O gosto pelo cuidado de animais não é exclusividade do médico veterinário. O zootecnista também tem o cotidiano profissional intimamente ligado com a criação de bovinos, caprinos, suínos, peixes, abelhas. A diferença básica entre as duas carreiras é que, enquanto a veterinária cuida da saúde, a zootecnia busca aumentar a produtividade do animal.

“Aqui não pode ter romantismo. Na zootecnia, o profissional lida principalmente com o alimento. O bovino vai ser levado para o abate, o suíno também, e ambos serão vendidos no frigorífico”, explica o coordenador do curso de zootecnia da Universidade Federal do Paraná (UFPR). João Ricardo Dittrich.

Mas quem imagina que o zootecnista não quer saber da saúde do animal, engana-se. “A profissão também tem a parte profilática [de prevenção de doenças]. Já o médico veterinário tem a formação para receitar medicamentos, para trabalhar com a clínica médica”, explica Dittrich.

“Zootecnia é produção animal. O curso vai ensinar tudo o que for necessário para criar um animal: a alimentação, o manejo em um pasto, o melhoramento genético, a reprodução, o agronegócio”, resume a professora Neli Marisa Azevedo Silva, presidente da Comissão de Cultura e Extensão Universitária da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da Universidade de São Paulo (USP).

Você se pergunta: produzir o quê? Qualquer coisa que seja utilizada para o homem, de mel de abelha a búfalo, passando pela criação de frangos, aves, cabras, ovelhas, carneiros até o gado de leite e de corte. Até animais silvestres, como avestruz, entram no rol das espécies

Principais áreas da formação

Segundo o professor Dittrich, há dois troncos principais que norteiam a graduação: melhoramento genético e nutrição animal. “O melhoramento é para ter raças ou tipos que produzam mais e melhor com a menor quantidade de comida. Já a nutrição busca a melhor dieta”, diz.

Um exemplo bem claro do melhoramento genético no dia-a-dia é a carne de porco. “Hoje em dia, a carne de suíno é mais light. Há uns 20 anos, vinha uma manta de gordura. Com o manejo e com a genética se descobriu uma forma de o porco acumular mais músculo em vez de gordura”, explica Neli.

Curso

Para fornecer todo esse conhecimento, a graduação tem de ser abrangente. No país, de acordo com dados do Ministério da Educação (MEC), existem 88 cursos de zootecnia. Segundo norma do Conselho Nacional de Educação, a graduação precisa ter duração mínima de cinco anos – mas algumas instituições oferecem a possibilidade de formação em quatro anos e meio, com estudos em período integral.

Na grade curricular estão matérias como anatomia dos animais, biologia, física, bioquímica, matemática, bioestatística, nutrição animal e economia rural. Os primeiros semestres são carregados por disciplinas básicas e depois é que começam as cadeiras relacionadas à profissão. Para se formar também é necessário realizar um estágio supervisionado e confeccionar uma monografia de conclusão.

De acordo com a professora Neli, o curso é composto de 60% de aulas teóricas e 40% de aulas práticas. Na USP, por exemplo, o campus é uma fazenda em Pirassununga e o estudante tem contato direto com os animais.

Fonte: Portal G1
Postada em: 31/08/08
O profissional de Gastronomia
Gastronomia exige criatividade e busca por novos sabores. Olhar os alimentos de forma não convencional possibilita novas combinações. Existem 73 cursos no país, de acordo com dados do MEC.

Se você pensa que vai fugir dos livros e dos estudos na graduação de gastronomia, pode esquecer. O curso exige criatividade, inovação e muitas horas de vastas pesquisas pelo sabor inesquecível ou por uma apresentação de mestre.

“Para ter um diferencial, o chef precisa saber a história da gastronomia. Até para poder reinterpretar os pratos”, afirma a coordenadora da faculdade no Centro Universitário Senac de São Paulo, Ingrid Schmidt-Hebbel. “Criatividade também é muito importante.”

“Alta gastronomia é ter um bom material, qualidade da mão-de-obra, cuidados com a parte higiênica. É possível fazer de uma mandioca uma coisa fantástica. Um cachorro-quente pode virar alta gastronomia. O interessante é olhar os alimentos de forma diferente”, diz a vice-presidente da Associação Brasileira da Alta Gastronomia (Abaga), Sônia Regina Jendiroba.

Mas tudo isso é o lado romântico da profissão, porque é preciso muito amor à cozinha e resistência para ficar boa parte do tempo do trabalho de pé, sob o calor dos fogões que contrasta com o frio dos frigoríficos.

“Quem quer cursar deve saber que a gastronomia é uma profissão puxada. Não é uma das profissões mais tranqüilas. Exister um estresse constante, porque o cliente está esperando o prato que pediu. Fora que o ambiente da cozinha também é barulhento”, avisa Ingrid.

Outro aspecto da carreira é que o chef pode dar adeus aos finais de semana de descanso: “Na época em que todos estão descansando, o chef vai estar no trabalho. Não existe Natal nem Ano Novo; essas são as épocas em que o profissional vai trabalhar mais”, diz a professora.

O curso

Os cursos de gastronomia, em geral, são tecnológicos, ou seja, têm uma duração mais curta com foco principal no conhecimento técnico. No país, existem 73 opções de cursos, de acordo com dados do Ministério da Educação (MEC). Destes, apenas cinco são bacharelados, com tempo de duração mais longo e maior aprofundamento.

Durante o ensino superior, quem se interessa por gastronomia vai aprender a escolher um alimento, a higienizá-lo, a prepará-lo de diversas maneiras, a criar apresentações chamativas e apetitosas. Além da ênfase na cozinha, o estudante também sai preparado para lidar com questões que fazem parte do dia-a-dia de um restaurante, como sua gestão, a seleção de pessoal, a criação de cardápios de comidas e de vinhos.

Bom relacionamento

Mas conhecer a matéria-prima e saber transformá-la em um prazer gastronômico é só parte do trabalho. O verdadeiro chef precisa ser um grande relações públicas também. Imagine só se no meio da execução de um pedido dois cozinheiros começam a brigar. É claro que quem vai fica insatisfeito é o cliente. Por isso, o chef responsável tem de saber escolher bem uma equipe e lidar com os problemas que, certamente, vão surgir.

“O chef, para chegar a esse status, tem de entender de relações humanas. Precisa saber de finanças, pois tem de trabalhar com custos e conhecer bem o perfil do cliente que quer aitingir”, afirma Sônia. “Ele tem de saber como vai formatar o cardápio, seja em um bufê, seja numa casa de eventos, num restaurante por quilo ou em um de primeiríssima linha. É um profissional que tem de ter múltiplas habilidades”.

Como o profissional ganha tantas aptidões, ele vem conquistando espaço em locais de trabalho diferentes da cozinha de restaurantes. Já são muitos os que abrem consultorias para eventos ou vão para empresas alimentícias fornecedoras.

Fonte: Portal G1
Postada em: 25/08/08

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