Quarta-Feira, 08 de setembro de 2010




Saiba o que fazer na hora de descartar seu eletrônico usado
Consumidor pode doar, vender ou devolver o produto para fabricantes.
G1 elaborou lista com empresas de tecnologia que recolhem itens para reciclagem.

O filme "Wall.E"dá um alerta para a quantidade de lixo produzida por uma sociedade extremamente consumista -- a função do simpático robô é compactar esses itens descartados e organizá-los em pilhas. Um dos fatores que pode contribuir para o aumento da quantidade de lixo é o consumo de equipamentos eletrônicos, que são substituídos de forma rápida por modelos mais atuais: agora o iPhone tem de ser 3G, o PC precisa de tela sensível ao toque, o aparelho de DVD deve rodar Blu-Ray, e por aí vai.

Para evitar que o agravamento do problema do lixo, os consumidores de eletrônicos devem dar um destino adequado a seus aparelhos obsoletos. Basicamente, quando ainda estão funcionando eles podem ser doados ou vendidos. E, no caso de não funcionarem mais, também é possível devolvê-los a alguns fabricantes para que eles façam a reciclagem adequada.

DOE OU VENDA

Mesmo que as funções de seu telefone celular sejam limitadas, é possível que ele atenda perfeitamente às necessidades de algum amigo, parente, colega de trabalho ou até mesmo desconhecido (no caso da venda). Segundo especialistas envolvidos com questões ambientais, uma saída para reduzir o problema do lixo eletrônico é prolongar ao máximo a vida útil dos aparelhos, passando-os para frente. Se eles estiverem funcionando, certamente alguém poderá usá-los.

No caso das doações, você pode ter de fazer uma pesquisa para descobrir quem gostaria de receber o produto que você não quer mais. Vale boca a boca (no caso de repassar um tocador digital, por exemplo) e também buscas na internet (se você quiser doar itens mais robustos, como um computador ou impressora).

Se a idéia for vender, uma boa opção é anunciar em sites de comércio eletrônico como o Mercado Livre. Ao negociar, tome os devidos cuidados, seguindo sempre as dicas de segurança anunciadas nessas páginas.

DEVOLVA

Muitos fabricantes de eletrônicos ou operadoras de telefonia móvel recolhem os eletrônicos já usados, quando os consumidores não os querem mais -- o fato de a empresa pensar nisso pode ser, inclusive, um diferencial na hora de escolher as marcas.

Claro
A empresa recolhe em 140 lojas telefones celulares, baterias e acessórios de qualquer fabricante. Até o segundo semestre, diz a companhia, todos os pontos de venda no país terão uma urna coletora, incluindo mais de 3,3 mil de seus agentes autorizados. Segundo a Claro, todo o fluxo de reciclagem realizado pela GM&C é monitorado, desde o recolhimento dos eletrônicos até a destinação final.

Dell
Entre os três principais fabricantes de computador no país, essa é a única que apóia uma política de coleta de computadores usados. “Temos a estratégia global de nos tornarmos a empresa de tecnologia mais verde do mundo, e o programa de reciclagem faz parte dessa meta”, explica Gleverton De Munno, gerente sênior de assuntos corporativos. Economia no consumo de eletricidade e diminuição na emissão de carbono também estão entre as iniciativas.

Por enquanto, os clientes da Dell que querem doar computadores (dessa ou de qualquer outra marca) são direcionados à Fundação Pensamento Digital, que tem a fabricante como parceira. A partir do segundo semestre, afirmou De Munno ao G1, a empresa disponibilizará um sistema de coleta que vai até a casa do consumidor para retirar a máquina usada.

HP
Disponibiliza campanhas sazonais chamadas Trade-in (veja disponibilidade aqui), realizadas em grandes lojas de varejo. Com ela, equipamentos usados de qualquer marca ou modelo podem ser revertidos em descontos na compra de impressoras, multifuncionais e scanners da HP. O abatimento no preço chega a R$ 300.

A empresa também tem uma política de recolhimento de cartuchos para clientes corporativos. Quando reciclados, diz a HP, eles podem ser utilizados na produção de peças automotivas, bandejas para microprocessadores e telhas de cobertura.

Motorola
Os clientes dessa empresa podem devolver seus aparelhos e baterias em assistências técnicas autorizadas. Entre os motivos para a reciclagem divulgados pela empresa estão: evita a extração de metais e elementos químicos, somente nos Estados Unidos cerca de 100 milhões de celulares entram em desuso anualmente e a cada segundo cerca de 23 celulares são fabricados ao redor do mundo.

Nokia
Os usuários de telefones dessa fabricante podem entregar seus telefones, baterias e acessórios para as assistências técnicas listadas aqui. Na seção de reciclagem de seu site, a empresa afirma que 80% de um telefone celular pode ser reciclado.

Sony Ericsson
Empresa de tecnologia mais verde, segundo o ranking do Greenpeace, a Sony Ericsson recolhe telefones celulares em grandes magazines ou assistências técnicas autorizadas. Para saber quais os endereços, o consumidor pode solicitar essa informação on-line ou ligar para (011) 4001-0444.

TIM
Em todo o país, as lojas e revendas exclusivas da operadora recolhem aparelhos celulares, baterias e acessórios, que recebem destinação “de acordo com as normas ambientais”. Alguns Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná) têm também o programa Papa-Pilhas, que deve ser expandido para o resto do Brasil até o final do ano. Desenvolvido em parceria com o Banco Real, ele é mais abrangente: aceita também pilhas, telefones sem fio e laptops, além dos outros itens já citados.

Vivo
A operadora tem 3,4 mil pontos de venda e revenda que aceitam celulares, acessórios e baterias. Os itens recolhidos são encaminhados para um descarte apropriado e, segundo a empresa, o recurso obtido com esses eletrônicos vai para o Instituto Vivo. A Belmont Trading, empresa responsável pela coleta, triagem e descarte, afirma que 80% dos aparelhos são reciclados e 20% são revendidos em outros países.

RETORNO

No Brasil, o produto mais fácil de ser devolvido é o telefone celular: além das fabricantes, muitas operadoras recolhem os aparelhos. De acordo com a Nokia, 80% dos itens de um aparelho celular podem ser reciclados. Em seu site, a empresa explica para onde vão esses produtos reaproveitados: baterias, aço inoxidável, auto-falantes (os produtos das baterias), jóias, eletrônicos, aplicações médicas (os componentes), cones de plástico, cercas plásticas e pára-choques (as capas dos aparelhos).

Ao contrário do que acontece com os telefones, não é tão fácil devolver tocadores digitais ou computadores. A Apple, responsável pelo popular iPod, não tem qualquer iniciativa nesse sentido no país. E, entre os três fabricantes de computadores que mais vendem por aqui, apenas a Dell apóia um programa de coleta.

Para Gleverton De Munno, gerente sênior de assuntos corporativos da Dell Brasil, a prática de reciclagem de celulares é mais comum por conta da grande quantidade de telefones vendidos no país. E, apesar de a prática ainda não ser popular entre as fabricantes de PC, o executivo diz que a preocupação ambiental pode ser decisiva no processo de venda. “O consumidor doméstico ainda prioriza o preço. Mas se houver empate entre valor e qualidade de uma máquina, a vitória fica com a empresa verde”, acredita.

A ONG Greenpeace criou em 2006 um ranking dos fabricantes de eletrônicos que considera, entre outros itens, a atuação das empresas quando os consumidores não querem mais seus produtos. Para ter uma boa nota nessa classificação, a companhia precisa recolher e reciclar seus próprios eletrônicos, quando eles se tornam obsoletos. Veja quais são as empresas de tecnologia mais verdes, segundo o Greenpeace.



Fonte: Portal G1
Postada em: 28/09/08
Internet chega a 20,2% dos lares brasileiros, segundo Pnad 2007
O avanço dos computadores nos domicílios brasileiros foi significativo em relação a 2001, segundo os números do Pnad 2007, com a internet chegando a 20,2% dos lares. O problema, no entanto, é a concentração de máquinas nas regiões Sul e Sudeste, com o Norte e Nordeste ainda muito atrasados em termos de informática.
Banda larga brasileira está entre as piores do mundo, diz estudo

As estatísticas indicam que os microcomputadores chegam a 15 milhões das casas (26,6%), sendo que 11,4 milhões deles estão conectados à internet (20,2%). Em 2001, eram 6 milhões de domicílios com computadores (12,6%), com 4 milhões ligados à web (8,6%).

Mais da metade dos domicílios com computador (8,8 milhões) estão no Sudeste, onde 6,896 milhões têm acesso a internet. O Sudeste possui 27,4% de suas casas conectadas; a região Sul, 24%; o Centro-Oeste, 18,4%; o Nordeste, 8,8%; e o Norte, apenas 8,2%.

O Distrito Federal é a unidade da Federação com mais computadores (48,8%). No Maranhão, pior estado neste quesito, o índice é de 8%. Os dados separados por estado não indicam qual a porcentagem destes computadores que estão ligados à rede.

O grande crescimento de aparelhos celulares no país levou também a um aumento da presença de telefones nos domicílios. Eles estão presente em 77% das casas brasileiras. Desde 2002, o número de domicílios com telefone móvel celular vem crescendo mais de 15% ao ano.

De 2006 para 2007, mais 2,7 milhões de domicílios passaram a ter algum tipo de telefone e, entre os que possuíam somente telefone móvel celular, o aumento foi de 2,680 milhões, chegando a um total de 17,814 milhões (ou 31,6%). As regiões Norte e Nordeste apresentaram os maiores aumentos relativos nos percentuais de domicílios com telefone.

Fonte: O Globo Online
Postada em: 19/09/08
Firefox ganha add-on que facilita navegação de cegos
A navegação pela web vai ficar mais fácil para internautas com deficiêcia visual. O Firefox, da Mozilla, ganhou uma extensão chamada LowBrowse, que "permite que pessoas com perda de visão severa ou moderada possa visualizar páginas web como imaginadas pelos designers, assim como ler o texto dessas páginas num formato adequado a suas necessidades".

O LowBrowse tem, entre suas funções, uma caixa no alto do navegador onde o internauta pode modificar o tamanho e espaço entre as letras, além do contraste de cor, preservando o design original do site na parte debaixo do browser.

É possível ainda aumentar imagens ou acionar um modo de fala, que descreve o que há na página para as pessoas com deficiências visuais mais graves. O add-on foi criado pela Lighthouse International, uma organização sem fins lucrativos criada em 1905 para ajudar pessoas com perda visual.

O add-on, que funciona no Firefox 3, pode ser baixado no site da Lighthouse: http://lighthouse.org/aboutus/lowbrowse

Fonte: O Globo Online
Postada em: 14/09/08
Em dez anos, Google passa de projeto universitário a gigante da web
Maior site de buscas da internet foi fundado em setembro de 1998.
Grupo cresceu 80 mil vezes, e hoje mira mercados da Microsoft e da Apple.

Vinte mil empregados. Valor de mercado de US$ 150 bilhões. Cerca de 650 milhões de clientes diários. Nada mau para uma empresa que nasceu há apenas dez anos como extensão de um projeto feito pelos estudantes universitários Sergey Brin e Larry Page, e que hoje já incomoda até grupos que também surgiram do nada para se transformarem em gigantes rapidamente, como Microsoft e Apple.

Dez anos depois de ser criado como alternativa aos sites de buscas Yahoo e AltaVista - no começo de setembro de 1998, em um dia que nem seus fundadores se lembram corretamente -, o Google é hoje a maior empresa da internet mundial, com participação relevante em serviços como e-mail, mapas, blogs e hospedagem de vídeos. Na década que se passou, o tamanho do Google se multiplicou 80 mil vezes (veja o gráfico abaixo).



Brin e Page investiram, logo de cara, no desenvolvimento do que era sua maior vantagem em relação à concorrência no mercado de buscas: o algoritmo do Google, uma fórmula que unia a capacidade dos computadores de encontrarem conteúdo na internet à chamada "inteligência coletiva".

É uma tese simples. Se as pessoas que publicam conteúdo na web indicam um link para um determinado site sempre que citam, por exemplo, a palavra "parede", significa que aquela página deve estar entre os primeiros resultados quando alguém busca "parede" no Google.

A eficácia do algoritmo do Google fez com que o buscador fizesse sucesso até entre seus então concorrentes. Em 2000, o Yahoo anunciou que abandonaria seu método antigo de buscas, e passaria a oferecer a seus internatuas um sistema feito pelo Google. Um ano antes, a empresa de Page e Brin havia recebido seu primeiro aporte milionário de capital. Aos míseros US$ 100 mil investidos em 1998, juntaram-se US$ 25 milhões, vindos de um fundo de capitais.

Com a entrada de dinheiro, foi possível expandir a empresa e criar novos produtos. Um dos primeiros serviços a aumentarem o portfolio do Google foi o AdWords, plataforma de anúncios exibidos no buscador. Já como um dos sites mais consultados pelos internautas, a página de buscas se tornava um local atraente para anunciantes.

A partir de então, já em tempos da chamada "web 2.0" o Google passou a expandir sua participação em diferentes serviços da rede. Em 2002, surgiram o Froogle, para compras online, e o Google News, um agregador de notícias. Nenhum dos dois, no entanto, impressionou a concorrência.

Mas em 2004, o Gmail tornou-se febre por inovar no espaço de armazenamento para e-mails gratuitos: 1 GB, quinhentas vezes maior do que os 2 MB então oferecidos pelo Hotmail, da Microsoft. Depois, em 2005, surgiriam o Google Maps e o Google Earth, sistemas líderes em exibição de mapas e organização de conteúdo geoespacial.

O primeiro grande passo da gigante ocorreu no final de 2006, quando o Google pagou US$ 1,65 bilhão por um site de vídeos que já começava a mostrar a importância do conteúdo multimídia na rede: o YouTube. Para o Google, era um investimento em uma inovação. Para o resto do mercado, no entanto, soou como alerta, já que a empresa de Brin e Page já possuía um serviço semelhante para compartilhamento de vídeos, o Google Videos.

Os últimos passos foram dados nas semanas que antecederam o aniversário de dez anos. Primeiro surgiu a confirmação de que o primeiro celular baseado em software feito pelo Google, batizado de Android, será lançado em breve, na onda do sucesso do iPhone da Apple. Depois, a empresa anunciou o lançamento do Chrome, navegador para PCs que entra em um mercado dominado até pouco tempo pela Microsoft, mas já abalado pelo crescimento do browser independente Mozilla Firefox.

É tarde demais para o Google abocanhar clientes do celular da Apple e do navegador da Microsoft? Fazer antes da concorrência não parece ser a principal meta da empresa. Surgir 4 anos depois do Yahoo não impediu que o Google se transformasse no líder mundial em buscas.

Fonte: Portal G1
Postada em: 06/09/08
Troque de operadora e mantenha número de telefone
Começa a partir da próxima segunda-feira (1º) a implantação da portabilidade nas telefonias móvel e fixa em todo o Brasil. Essa mudança permitirá aos brasileiros trocar de companhia de telefonia sem perder o número do telefone.

Em Goiás, a implantação da portabilidade está prevista para o dia 1º de setembro, mas só valerá para todo o país a partir de março de 2009.

Pelo modelo adotado, o usuário deverá contatar a prestadora para qual quer migrar e solicitar a transferência. O usuário pode desistir da mudança em até dois dias úteis, a partir da solicitação. Se isso não acontecer, a operadora escolhida encaminha o pedido e os dados do usuário à empresa que administra o serviço de migração, a ABR Telecom.

A migração acontece em até cinco dias úteis. A partir de março de 2010, esse prazo cairá para três dias. A prestadora nova cobrará a taxa pela mudança que, segundo a Anatel, ficará em R$ 4.

Olho no DDD

Na telefonia fixa, o consumidor poderá trocar de empresa dentro do seu município (ou localidade com continuidade urbana) sem perder o número do telefone. Não será permitido, no entanto, levar o mesmo número para outra cidade.

No caso do celular, é possível manter o número dentro da área de mesmo DDD, que pode incluir mais de uma cidade.

Fonte: Portal G1 [Adaptado]
Postada em: 31/08/08

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