 |
         


|
Use o PowerPoint para fazer a diferença
Especialistas ouvidos pelo G1 dão dicas para manter a audiência atenta. Textos curtos, ritmo, letra adequada e gráficos ‘limpos’ são algumas das sugestões.
Sim, a ferramenta de apresentação PowerPoint pode ser realmente útil, assim como softwares similares -- o recém-lançado Google Presentation, por exemplo. Não, muitas pessoas ainda não sabem como usá-las e, por isso, esses programas acabam funcionando como um grande motivador para o absoluto tédio entre a platéia. Para evitar que o público caia no sono toda vez que você começar a exibir slides, o G1 elaborou um guia sobre como fazer boas apresentações (veja a seguir).
Mara Aparecida Bertoni, professora de informática do Senac São Paulo, dá uma dica preciosa. “Lembre-se daquele espectador que está sentado na última cadeira. Ele não enxerga muito bem, viajou cinco horas até o local da apresentação, está com sono, com fome e irritado.” Ao preparar o conteúdo no PowerPoint, tenha sempre como objetivo conseguir prender a atenção dessa pessoa. Se você conseguir, certamente o mesmo acontecerá com o resto da audiência.
PREPARAÇÃO
Os cuidados começam antes da preparação dos slides. Antes de mais nada, organize suas idéias, dividindo tudo o que você deseja expor em princípio, meio e fim. É importante calcular o tempo de apresentação e distribuir os slides dentro desse período, para não provocar correria ou muita lentidão na tela. Bertoni sugere a regra do “10, 20 e 30”: dez slides apresentados durante 20 minutos com fontes no tamanho 30. Você pode ir além desses limites, mas lembre-se: não exagere.
Sérgio Ricardo Araújo, instrutor do pacote Office da escola de tecnologia Impacta, aconselha o uso de gráficos “limpos” - eles não devem ser carregados de cores, desenhos, texturas ou outras informações em excesso. “Ao contrário do que se pensa, o uso descuidado dos efeitos pode roubar a cena. Esses recursos devem funcionar para introduzir as pessoas ao assunto da apresentação, e não para tirá-las dele”, explica o professor.
Na hora de preparar os slides, escolha também uma fonte adequada para a apresentação, e ignore as alternativas mais exóticas (como a Monotype Corsiva, por exemplo). Evite, a todo custo, textos longos: o importante é escrever nos slides palavras-chave para expor sua linha de raciocínio. Se a idéia fosse fazer a platéia ler as informações, você poderia simplesmente enviar as informações por e-mail.
Depois de todo o conteúdo pronto e organizado, Araújo sugere a realização de uma apresentação teste para alguém que não participou da elaboração. Com isso, é possível avaliar se os tempos de exibição de cada tela são suficientes para leitura, compreensão e para a exposição das idéias do apresentador. E nunca se esqueça de passar o corretor ortográfico, evitando constrangimentos na hora da exibição dos slides.
HORA H
Muitas pessoas erroneamente abusam dos textos para poderem, assim, se esconder atrás dos slides do PowerPoint. “O apresentador deve sempre chamar a atenção do público para ele, e dar foco nos slides somente para pontuar algumas informações. Ele não pode usar essa ferramenta para se esconder”, explicou Glaucia Santos, consultora de recursos humanos da Catho Online. A especialista ressalta a importância de o apresentador usar um tom de voz alto e com bastante vitalidade para manter o público atento.
Se a apresentação durar mais de 20 minutos, o que geralmente acontece, é importante dividi-la em blocos e criar uma atividade entre eles, para quebrar a monotonia. Vale aí fazer perguntas para a platéia responder ou propor uma atividade em grupo realizada em poucos minutos. Nada de optar pelo velho “alguma dúvida?” e emendar mais um bloco de explicações, se não quiser flagrar a platéia olhando no relógio.
Inovações, desde que feitas com bom senso, são bem-vindas. Em 2003, por exemplo, dois arquitetos europeus criaram um formato diferente para divulgar um espaço de eventos multimídia em Tóquio, no Japão. Surgia aí a Pecha Kucha Night, um evento realizado em 80 cidades de todo o mundo que consiste em uma forma artística de usar o PowerPoint. Cada participante deve mostrar 20 imagens, cada uma durante 20 segundos, totalizando seis minutos e 40 segundos no telão.
O consultor criativo André Czarnobai, um dos responsáveis pela Pecha Kucha Night em Porto Alegre, acredita que novidades podem realmente prender a atenção do público. Ele se refere às apresentações artísticas, mas, se feitas com cuidado, novidades também podem agradar no universo corporativo. “Quem promove surpresas e aposta no inesperado sempre arranca as melhores reações da platéia. Por outro lado, a platéia boceja quando tudo é muito previsível”, diz Czarnobai.

1) Antes de preparar uma apresentação, organize suas idéias. Faça uma análise do que deseja expor, identificando qual é o começo, o meio e o fim.
2) A quantidade de slides deve ser dividida pelo tempo de apresentação. Assim, você evita correria ou lentidão na tela, criando um bom ritmo com os slides.
3) A fonte escolhida não pode ser nem muito grande, nem muito pequena: o ideal é o tamanho 30. Opte por estilos tradicionais, e não pelos extravagantes.
4) Os slides não devem conter textos grandes. Se a idéia fosse fazer a platéia ler, você poderia simplesmente mandar as informações por e-mail.
5) Opte por gráficos “limpos”: eles não devem ser carregados de cores, desenhos, texturas ou outras informações, que roubam a atenção do público.
6) Depois de todo o conteúdo pronto e organizado, faça uma apresentação teste para alguém que não participou da elaboração do conteúdo.
7) Nunca se esqueça de passar o corretor ortográfico em todos os textos, para evitar constrangimentos na hora da exibição dos slides.
8) Não se esconda atrás da apresentação do PowerPoint. Esse programa deve funcionar como material de apoio, e não como escudo para os tímidos.
9) Divida a apresentação em blocos de 20 minutos, que devem ser concluídos com uma atividade. Vale fazer perguntas ou propor uma atividade rápida em grupo.
10) Desde que feita com bom senso, uma dose de inovação pode ser bem-vinda. Mas isso só vale quando a idéia for realmente boa; na dúvida, mantenha os padrões.
Fonte: Portal G1 - Portal de Notícias da Globo
Confira dicas para gastar menos energia em casa
UM CLIQUE
Ligue conjuntos de eletrônicos como computador, monitor e impressora ou televisão, caixa da TV a cabo e DVD em um único estabilizador.
NÃO AOS VAMPIROS
Quando não estiver usando o conjunto, desligue o estabilizador. Assim, você evita o "stand by".
SONECA
Investigue as funções de conservação de energia e de "sleep" do seu computador.
ECONOMIA
Você pode fazer com que o monitor desligue após alguns minutos e que o computador "durma" após algumas horas sem atividade, por exemplo.
SUSPEITOS
Verifique se outros aparelhos também têm "stand by".
DISFARÇADOS
Aparelhos de som e microondas também costumam ficar ligados constantemente.
NA LOJA
Tente obter informações sobre o consumo de energia dos aparelhos comprados. No caso de eletrodomésticos, muitos já têm etiqueta do Inmetro.
INFORME-SE
Para outros eletrônicos, pergunte ao vendedor ou à fabricante.
CASA "OFF"
Se não estiver usando um eletrônico, como o computador, desligue-o. Ao sair de casa, tire da tomada eletrônicos que ficam em "stand by".
Fonte: Folha de S. Paulo
Versão acadêmica do YouTube divulgará vídeos de pesquisas
Chamado de Vídeo@RNP, site facilitará compartilhamento de conteúdos
Uma nova plataforma de gerenciamento e transmissão de vídeos, desenvolvida pela equipe do Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores (Larc) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), foi implantada na Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).
O serviço, chamado de Vídeo@RNP, permite a distribuição gratuita de vídeos sobre atividades de ensino e pesquisa realizadas em todo o País. Os conteúdos multimídia podem ser inseridos e acessados pela internet a partir de ferramentas de armazenamento, busca, indexação e transmissão.
Antes de criar a plataforma, os pesquisadores envolvidos com o projeto fizeram um levantamento dos vídeos acadêmicos disponíveis na internet. "Em uma vista rápida a sites como o YouTube, é possível encontrar alunos de universidades brasileiras mostrando seus experimentos em laboratório", disse Regina Melo Silveira, coordenadora do Grupo de Trabalho de Gerência de Vídeo (GTGV) do Larc e responsável pelo desenvolvimento da plataforma, à Agência FAPESP.
"Esse tipo de vídeo não é produzido por diversão e sim para demonstrar resultados de pesquisas. Por isso, resolvemos criar uma ferramenta específica para tal tipo de divulgação", explicou a professora, destacando que o Vídeo@RNP foi inicialmente concebido para suprir as necessidades do setor acadêmico.
"Mas, até o fim do ano, pretendemos distribuí-lo como software livre para que fique à disposição e seja personalizado por qualquer instituição de ensino e pesquisa no país, pública ou privada", disse Regina.
Ao se cadastrar no sistema atual, que disponibiliza vídeos como palestras e documentários, além de permitir a transmissão ao vivo de eventos, o usuário pode personalizar um ambiente de acordo com suas necessidades. O sistema é dividido basicamente em vídeos públicos, que podem ser vistos por qualquer usuário, e vídeos privados, restritos a comunidades específicas de usuários cadastrados.
"Imagine um grupo de pesquisas em medicina que tem vídeos de operações médicas que não podem ser divulgados abertamente, por exemplo. Esses vídeos ficam em um ambiente voltado às pessoas que integram o grupo", explicou Regina.
Segundo a coordenadora do GTGV, o cadastramento de vídeos na plataforma é controlado. "Apesar de todos os vídeos poderem ser visualizados livremente, a RNP está em fase de criação de uma política de controle para a inserção dos vídeos na plataforma."
Ao todo, sete servidores estão disponíveis para gerenciar a distribuição dos vídeos e, segundo ela, a RNP deverá expandir essa infra-estrutura para mais de 20 servidores, "de modo que todos os pontos de presença da rede espalhados pelo território nacional tenham pelo menos um servidor de vídeo para essa finalidade".
O projeto dos servidores de transmissão é conduzido em parceria com docentes da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O Vídeo@RNP também deverá ser personalizado, nos próximos meses, para o portal da USP, onde serão armazenados vídeos do acervo científico, educacional, cultural e histórico da universidade.
Fonte: Estadão com Agência FAPESP
Japão mostra robô-operário que é "pau para toda obra"
Pesquisadores japoneses apresentaram nesta quinta-feira um modelo de robô capaz de trabalhar em qualquer situação, tanto física como atmosférica, para liberar assim os operários de carne e osso das tarefas mais cansativas e perigosas.
Como se tivesse saído de um filme de ficção científica, o HRP-3 Promet MK-II mede 1,60 metro de altura e pesa 68 quilos. Ele é capaz de se locomover por superfícies arenosas e inclinadas e de suportar fortes chuvas sobre suas costas de trabalhador forte e incansável.
O HRP-3, último descendente de uma linha que já conta com vários protótipos, pode caminhar durante duas horas seguidas e sabe usar sem problemas algumas ferramentas, como chave de fenda.
O robô, que tem 42 articulações, foi desenvolvido conjuntamente pelas empresas Kawada Industries, Kawasaki Heavy Industries (KHI) e pelo Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Industriais Avançadas, com ajuda do Estado japonês.
Seus inventores esperam vendê-lo em 2010 para clientes como empresas construtoras por um preço de cerca de 95 mil euros (quase US$ 130 mil) cada um.
O Japão está muito comprometido com o desenvolvimento dos robôs para aliviar uma possível falta de mão-de-obra no futuro e também ajudar nas tarefas mais perigosas, delicadas e ingratas do trabalho humano.
"Nosso país envelhece rapidamente e é urgente conceber robôs que possam desempenhar funções que apenas os humanos são capazes de realizar atualmente", ressaltaram os cientistas em um comunicado.
Fonte: France Press/ Folha Online
Cientistas da Suécia criam 'papel falante'
Cientistas suecos criaram um papel digital que "fala" quando é tocado pelo leitor.
Pesquisadores da universidade sueca Mittuniversitetet construíram um cartaz interativo de papel que emite sons gravados respondendo ao toque do leitor.
O protótipo usa tintas condutoras, que são sensíveis à pressão e alto-falantes.
A equipe de pesquisadores afirma que a tecnologia pode ser usada por publicitários e, no futuro, pode até ser usado para produzir embalagens.
O protótipo apresentado pelos pesquisadores é um exemplo de como a tecnologia ajudaria a vender pacotes de viagens.
"Quando você se aproxima do cartaz e coloca sua mão em um cartão postal que mostra uma praia, você pode ouvir uma pequena descrição daquela praia", disse à BBC Mikael Gulliksson, que liderou o projeto de pesquisa.
Papel digital
O segredo do cartaz falante é uma camada de papel digital que tem componentes eletrônicos embutidos.
O papel digital é impresso com tintas condutoras, que, quando recebem algum tipo de pressão, transmitem informações para um microcomputador que contém arquivos de áudio.
O som então é transmitido para alto-falantes que são impressos no papel, formados por mais camadas de tinta condutora que ficam em cima de uma cavidade vazia para formar um diafragma.
Esta camada funcional está entre uma lâmina grossa de papelão e outra folha de papel que está impressa com o design do cartaz.
"O projeto piloto pode ser usado para estandes em lojas e em outras formas de propaganda", disse Gulliksson.
Atualmente os cartazes são caros, mas os pesquisadores visam encontrar formas de baixar os custos de produção para que seja mais fácil trocar ou substituir os cartazes.
No futuro a equipe também planeja diversificar os usos do papel falante.
"Nossa próxima idéia é descobrir como podemos usar estes produto em embalagens. Uma idéia interessante seria usar em pacotes de cigarro. Ao invés de uma mensagem escrita alertando dos perigos à sua saúde, a mensagem seria falada", disse Gulliksson à BBC.
Fonte: BBC Brasil
<< 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 >>
|
 |
|