Quarta-Feira, 08 de setembro de 2010




Hello Kitty é ícone da influência japonesa no mercado mundial
Poucas marcas podem se gabar de ter adquirido um status verdadeiramente global. E certamente nenhuma delas é tão rosa e fofa como Hello Kitty, a gatinha sem boca que se tornou um dos maiores símbolos da influência cultural japonesa sobre o resto do mundo, inclusive no Brasil.

A hoje internacionalmente famosa personagem foi criada em 1974 por uma designer japonesa chamada Yuko Shimizu, que trabalhava para a companhia Sanrio. A pedido do presidente da empresa, Shintaro Tsuji, os funcionários da empresa trabalharam em marcas que lembrassem animais.

Desde a versão inicial, o personagem não possui boca e seu rosto não expressa emoções - para que os consumidores possam "projetar nela seus próprios sentimentos", de acordo com os os atuais designers da marca. Na época, Tsuji teria saudado o desenho da gatinha com um nada amigável “não está tão ruim”. Alguns anos depois, ela se tornou o símbolo máximo do estilo "kawaii" (fofo, numa tradução livre) no Japão. Na seqüência, ela dominou o mundo.

O começo foi modesto: o primeiro produto a exibir a felina foi um porta-moedas. Ele trazia a imagem da personagem e a palavra “Hello!” escrita ao lado. Na época, foi vendido por cerca de 240 ienes – o equivalente a aproximadamente US$ 2 hoje. Passadas duas décadas, o faturamento da Sanrio com a marca ultrapassa US$ 1 bilhão por ano.

No Brasil, embora existam produtos licenciados da Hello Kitty há quase 20 anos, foi aberta uma subsidiária da Sanrio apenas em 2000. Um ano depois, apareceu a primeira loja oficial da personagem. Hoje já existem 26 delas, espalhadas por todo o país. “A Hello Kitty se tornou um ícone do Japão no país”, diz a presidente da Sanrio do Brasil, Helvia Shanrei. “E se engana quem pensa que ela é apenas para garotinhas: vendemos para todos os sexos e idade”, avisa.

A gama de produtos que levam a marca Hello Kitty ultrapassa hoje a casa dos 22 mil em todo o mundo. A variedade é gigantesca: de bonecas a eletrodomésticos, de carros a aviões, é quase impossível imaginar algo que não leve a marca da gatinha. Os únicos tabus impostos pela empresa são objetos cortantes, drogas, armas, cigarros e bebidas alcoólicas. Sim, fãs da personagem já quebraram todas essas regras por conta própria.

Infelizmente, a maior parte desses mimos não está disponível no Brasil. Para comprá-los, é preciso apelar para lojas estrangeiras. Algumas das que enviam os produtos para o país estão a própria Sanrio, a Spectra, a J-List e a Amazon.

- União de ícones

Não há nada mais lógico do que juntar uma marca cultural como a Hello Kitty com um ícone tecnológico como o iPod, da Apple. O resultado é um conjunto de acessórios que inclui não só um aparelho próprio da versão nano - com seis gigabytes de memória - como também uma linha completa de acessórios. Entre eles se destacam um conjunto extra de auto-falantes externos, um recarregador especial para ser conectado no painel do carro e até um case (revestimento) personalizado.


A marca também aparece na linha de computadores Swarovski-NEC. Com a tampa pontilhada por 299 cristais da Swarovski – desenhados no formato do logotipo da Hello Kitty -, o notebook LaVie possui monitor de 15 polegadas. O preço é de aproximadamente US$ 1.700 (R$ 3 mil). Outros componentes de informáticas que levam o selo Hello Kity incluem pen drives e mouses sem fio.




- Games

Há diversos títulos da gatinha para quase todas as plataformas, de PC até o PlayStation 2. Um dos mais aguardados deverá ser lançado no segundo semestre de 2008. Trata-se de Hello Kitty Online, um RPG on-line (ou MMORPG) - estilo abraçado por outros jogos populares como “Ragnarök Online”.
Mas como nem só de fofura vive o universo dos games, existem mods (versões alteradas) Hello Kitty de títulos como “World of Warcraft” e “Counter-Strike” – cuja venda foi proibida no Brasil em janeiro.


- Linha eletrônica

A Hello Kitty também aparece em uma série de telefones celulares. O mais recente é o BenQ-Siemens AL26, com tela de 130x130 pixels e mais de 65 mil cores, que garantem uma boa definição para o aparelho. Além do design, a gatinha é o tema principal dos games, wallpapers e ringtones que vêm junto com a máquina.

Outras vítimas da invasão da Hello Kitty foram as câmeras digitais. Uma das mais interessantes é a ultrafina 3-MP, da General Electric. Ela tem definição de 3,2 megapixels, memória interna de 16 megabytes e zoom de até 4 vezes. E a marca vai mais longe. Como você pode conferir nas imagens ao lado, ela também chegou à eletrônicos de outros tipos, como televisores (13 polegadas, com DVD embutido de fábrica), telefones (equipados com tocador de CD e relógio digital) e até calculadoras, equipadas com visor LCD e bateria de energia solar.

Para quem quer a companhia da gatinha sem boca na hora de cantar, a pedida é o Karaokê System. Vem com dois microfones e até um conjunto de luzes para criar o clima certo. Se você prefere soltar a voz no chuveiro, a Sanrio lançou um rádio AM/FM à prova d´água. Também tem tocador de CD e MP3 da marca. Ainda na área musical, a Sanrio lançou linhas completas de guitarras. Um exemplo é a Fender Squier, disponível por US$ 229 (R$ 495) na loja on-line da empresa.



- Torradas Hello Kitty

Na parte de eletrodomésticos, a Sanrio lançou uma torradeira – “com sete níveis de calor – e um tostador de waffles que fazem guloseimas com a estampa da gatinha em suas fatias. Segundo a Sanrio, “acabaram-se as desculpas para não fazer deliciosos waffles pela manhã”.

E a linha de produtos para a casa vai muito, muito além. Entre as centenas de ítens disponíveis estão bebedouros, máquinas para venda de chicletes, as populares “chapinha” para cabelo e até escovas de dente elétricas. Tudo para um lar feliz e cor de rosa.

Fonte: Portal G1
Rede social vai permitir comparação de DNA dos usuários
Muitos dos usuários de redes sociais -- sites como Orkut, MySpace e Facebook -- divulgam em suas páginas dados pessoais, como telefone, e-mail, endereço e fotos, entre outras. Mas um site de relacionamentos que será lançado pela empresa 23andMe quer levar isso ainda além, permitindo que os internautas publiquem dados sobre seu DNA. A data de estréia do serviço ainda não foi divulgada.

A publicação “Technology Review”, que antecipou o lançamento, afirma que a novidade permitirá ao usuário saber as semelhanças genéticas com seu melhor amigo e também com seu irmão, por exemplo. O objetivo é encorajar as pessoas a fazerem testes de DNA, oferecidos a US$ 1 mil por essa companhia que recebeu investimento do Google.

Para descobrir suas informações genéticas, o cliente deve enviar à empresa (em um kit especial) uma amostra de cuspe, que resultará na análise de 600 mil variações genéticas ligadas a doenças, peso e cor do olho, por exemplo. Como a rede social ainda não está disponível, atualmente esses dados ficam restritos às pessoas que pagam para obtê-los.

“Parece que as principais curiosidade das pessoas são suas raízes, suas origens. O próximo passo é querer fazer comparações dessas informações com as de outras pessoas”, afirmou Linda Avey, que criou a empresa com Anne Wojcicki. As sócias esperam que, como já aconteceu com outras redes sociais, os próprios usuários divulguem o serviço e contribuam para sua popularização.

Mildred Cho, biomédica da Universidade de Standford, afirma que a nova página pode atender a uma necessidade que parece já existir. “Será uma extensão daqueles grupos formados por pessoas que têm uma mesma doença. Mas também existe o perigo de supervalorizar essas semelhanças. Há um ceticismo sobre quão significativas são essas informações genéticas”, continuou.

Em sua estréia, o principal objetivo da rede social será divertir os usuários. No entanto, a longo prazo a meta das sócias é criar um banco de dados de genoma grande o bastante para revelar informações médicas e científicas importantes sobre os integrantes da rede social.

Fonte: Portal G1
Mortos ganham homenagem nas páginas do Orkut
Vera Azevedo, 54, posta mensagens diárias na página do filho Vicente no Orkut. "Anjo, amanhã vou para o Guarujá. Será que se você estivesse aqui iria comigo? Mas você vai, querido, dentro do meu coração, onde está sempre", escreveu ela em 27 de dezembro de 2007. Vicente morreu aos 18 anos, em 11 de setembro de 2005, de causa indeterminada.

Desde então, a jornalista tenta suprir a ausência do filho com "conversas" na comunidade criada pelos amigos em homenagem a Vicente. "É reconfortante pensar que pode existir alguma comunicação entre a gente", diz. "Tenho a sensação de que ele está na casa dos colegas e volta daqui a pouco."

O diário post mortem é uma possibilidade aberta com a popularização das novas tecnologias. Blogs, fotologs e comunidades no Orkut são meios que parentes e amigos encontram para lidar com a perda. Para a coordenadora do Laboratório de Luto da PUC, Maria Helena Franco, o uso da rede para "falar" com pessoas mortas pode ser encarado como uma substituição de antigas práticas. "Orações, cerimônias religiosas e homenagens aos mortos eram comuns e estão se perdendo com o tempo", afirma.

Nas páginas que homenageiam quem já morreu, é possível até acender velas em um altar virtual. Deve-se deixar claro que, tratando-se da internet, as mensagens estão potencialmente abertas a todos os usuários da rede mundial de computadores.

"O problema é que a internet rompe os limites da privacidade, e a morte, que era de domínio privado, se torna pública, gerando uma série de reações", completa Maria Helena.

Parte da vida dos internautas mortos permanece vagando pela rede. Continuar recebendo mensagens na página do Orkut depois de morto ou ter seus e-mails lidos por pais, mulheres ou maridos são apenas duas das situações destes novíssimos tempos. Por isso, é preciso pensar também em enterrar ou não sua vida na internet.

A ordem natural é que o número de pessoas mortas e os rastros deixados por elas na rede aumentem progressivamente, criando uma geração de mortos reais/vivos virtuais. A morte move um mundo à parte na internet. Nele se pode até velar seus mortos à distância.

O segmento de serviços funerários oferece velórios acompanhados por webcams que captam imagens em tempo real e as enviam para um site.

Morbidez na rede

Uma pesquisa simples no Orkut com a palavra "morte" aponta cerca de mil comunidades relacionadas ao tema. A mais popular em português supera os 40 mil associados. O objetivo da tal comunidade é abrigar perfis do Orkut de pessoas que morreram.

O auditor de seguros Diego Braz da Silva, 24, é um dos associados. Confessa que entrou por pura curiosidade. "No grupo há céticos, crentes, descrentes e pessoas mórbidas. Mas o fato é que somos todos curiosos", diz ele. "Tem gente que coleciona latinha. Outros pesquisam gente morta na internet."

Alguns dos associados fazem plantão, passando o dia conectados à internet, ouvindo rádio e assistindo à televisão, à espera de notícias sobre mortes. "Quando eles ouvem um nome, pesquisam imediatamente a vida virtual da pessoa que acabou de morrer e colocam as informações na comunidade", conta Diego. Há uma corrida para ver quem dá a "notícia" primeiro.

Fatos como o acidente com o Airbus da TAM, em julho do ano passado, que resultou em 199 mortos, mobilizam comunidades com o tema. "Foi uma corrida para postar o perfil de passageiros do vôo", conta Diego.

Fora do ar

Em respeito aos mortos e seus familiares, servidores de internet vêm tomando providências. "Não monitoramos obituários, mas, no caso de tragédias como o Katrina ou o acidente da TAM, a equipe de manutenção do Orkut fica em alerta para abusos e pedidos de parentes para retirar páginas do ar", explica o diretor de comunicações do Google Brasil, Felix Ximenes.

"Ao fazer um testamento, nos preocupamos com os bens materiais. Está na hora de pensar no que estamos deixando na internet", afirma o coordenador-adjunto e professor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas, Carlos Affonso Pereira de Souza.

Estão aumentando as brigas judiciais com origem na rede e denúncias de estelionato com base em informações colocadas em sites de relacionamento. "Há casos de falsos seqüestros, roubo de identidades e agressões de todo tipo", afirma Carlos Affonso.

Os vivos devem ter muito cuidado com a postagem de informações como e-mail e telefone e até com as condições para ser "aceito" em sites. "Se a família decide manter a página do parente morto como forma de homenagem, deve gerir o conteúdo com atenção", alerta o professor.

As irmãs Sandra, 29, e Fernanda de Souza Foureaux, 24, resolveram se precaver. Para evitar que suas páginas na internet continuem a ser acessadas em caso de morte, elas trocaram as senhas das respectivas contas no Orkut. "Se, por acaso, uma de nós falecer, a outra apaga o perfil do site", explica Sandra. Fernanda confessa sentir arrepios quando lê as mensagens deixadas para pessoas que morreram. "É horrível", diz.

Ao usar a internet para tentar encontrar o único suspeito do assassinato de sua filha Thays, morta em Paraty, em novembro de 2002, Maria José Coppola, 46, arrumou algumas dores de cabeça. "Chegaram a me mandar mensagens dizendo que eu tinha matado minha filha. Desconhecidos faziam toda a sorte de perguntas sobre o caso." Ela não se arrepende da exposição.

Quatro anos depois, o suspeito foi encontrado na Espanha, graças a uma mensagem anônima enviada para a página de Thays na internet. Hoje, ele está preso e em processo de extradição. Maria José, no entanto, aconselha a quem decidir manter as contas de parentes mortos na rede a ter estômago forte. "Recebe-se todo o tipo de absurdos impublicáveis."

Família dividida

Nem sempre existe consenso entre os herdeiros sobre o que fazer com as informações na internet. J.E., 22, mantém o blog da irmã contra a vontade dos pais. O estudante de design gráfico, que prefere não se identificar, deixa mensagens e escreve textos com o mesmo pseudônimo da irmã, alimentando o diário virtual, como se fosse a própria. Diz que essa era a vontade da irmã, que cometeu suicídio em junho de 2006.

Pouco antes de morrer, ela lhe contou sua senha de acesso ao blog. "Meu pai pediu para eu parar, mas eu vou continuar escrevendo em memória dela", afirma. "Sei que é doloroso para ele. Mas minha mãe me apóia. Ela se foi por vontade própria. Eu não tenho vergonha disso."

De acordo com o advogado criminalista Spencer Toth Sydow, por mais que os sites queiram colaborar com a família, o repasse de senha aos herdeiros, por exemplo, é controverso. "A intimidade não é um direito transmissível, segundo a Constituição, e isso não cessa com a morte", diz.

A inexistência de leis específicas, no entanto, permite a liberalidade das empresas em relação ao tema. "A informática criou valores próprios. E a legislação brasileira está atrasada em relação a outros países para proteger os novos valores."

Para o coordenador do departamento jurídico do UOL, Rafael Pellon, a responsabilidade pela vida virtual do usuário morto é assumida pelo herdeiro. Ele cita o caso de um marido que pediu a senha do e-mail da mulher, que havia se matado, na tentativa de descobrir o motivo do suicídio. "Ele apresentou certidão de óbito, de casamento, e o laudo do IML que comprovava a causa da morte", conta Rafael. "Informamos a senha ao marido."

O UOL recebe em média 16 pedidos por ano para a retirada de contas do ar por motivo de morte. Um número pequeno em comparação aos oito milhões de usuários de e-mails da empresa. "Pensei em cancelar as contas do Vicente quando recebi mensagens absurdas. Mas não tive coragem. Sentia que estava apagando parte dele", diz Vera Azevedo, ao expressar vontade de manter o filho vivo na internet.

Fonte: Flávia Gianini, da Revista da Folha
iPhone, irresistível e (ainda) proibido
Sem data para o lançamento oficial no País, número de brasileiros que usam o aparelho já chega a 105 mil

Houve até dilema ético. Afinal, desbloquear um aparelho celular iPhone, da americana Apple e ainda não comercializado no Brasil, poderia ser interpretado como uma forma de adesão à pirataria. Mas quem comprou e passou a usar o aparelho no País - as projeções indicam 105 mil usuários ativos - se diz vítima de uma espécie de atração fatal: "Fui abduzido", brinca o publicitário Luciano Traldi.

Em viagem aos EUA, o sócio da produtora de comercias Hotel Filmes não resistiu ao apelo e comprou um modelo com 8GB de capacidade (já há no mercado versão com 16 GB). "Fiquei algumas semanas sem desbloquear, porque pensava em pirataria e me incomodava com isso" , conta Traldi. "Mas tirava o aparelho da embalagem, lia o manual e ficava fascinado. E aí, bem, o desejo de vê-lo funcionando ficou mais forte", acrescenta. Há três meses, com o devido chip da operadora TIM, o iPhone de Traldi virou companhia obrigatória.

O publicitário não está sozinho nessa condição. O advogado do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice, Wilson Mello, um declarado apaixonado por inovações tecnológicas, pondera que, em termos de legalidade, usar iPhone não configura crime. "Achei um caminho para usufruir de um produto que não está à venda no País", argumenta ele. "A Apple, acredito, deixou um gostinho de quero mais no ar ao fazer um megalançamento apenas para o mercado americano. Isso despertou cobiça e deu condições para a companhia cobrar R$ 2 mil por um aparelho que custa algo em torno de R$ 700, quando desembarcar por aqui."

O apetite do mercado brasileiro endossa a tese de Mello. Na Rua Santa Ifigênia, no centro de São Paulo - uma região famosa por concentrar o comércio de toda a parafernália eletroeletrônica disponível no mercado -, o iPhone costuma ser encontrado por R$ 2,3 mil com seis meses de garantia. Mas não só lá. Na web há incontáveis ofertas entre R$ 1,3 mil e R$ 1,9 mil, alguns até já desbloqueados. Aliás, estimativas da própria Apple projetam que quase 20% dos usuários do iPhone estão fora dos EUA. Dos 3,7 milhões de aparelhos vendidos, somente 2,3 milhões estão registrados em operadoras autorizadas.

No Brasil, a empresa manda informar por meio de sua assessoria que "não se manifesta sobre o iPhone". Aliás não apenas ela, que seria a maior interessada em regular o mercado. As operadoras de telefonia, que, segundo se especula, estariam negociando a venda oficial desse objeto do desejo de forma regular, também não querem falar.

Na semana passada, chegou a ser noticiado que a operadora de celulares Vivo traria o produto para o Dia das Mães, tradicionalmente a data de maior venda do varejo nacional. Isso seria possível graças ao avanço das negociações entre a Apple e a controladora da Vivo, a Telefónica da Espanha, que teria o objetivo de vender o aparelho em toda a América Latina. Consultadas no Brasil, as empresas não falaram, mas também não desmentiram.

A cautela faz sentido, uma vez que entendimentos semelhantes entre a Apple e a China Móbile não vingaram. Quem acompanha o mercado de telefonia global diz que a maior dificuldade para um acerto com as operadoras regionais está no modelo de negócios. A companhia americana quer compartilhar as receitas pelos serviços prestados, mas as empresas alegam que, como vende infra-estrutura, ou seja o aparelho, não teria esse direito.

A caça pelo iPhone fora dos limites dos EUA se explica pela revolução que o aparelho provoca ao simplificar a vida das pessoas, tornando realidade a tão falada convergência digital. O aparelho combina funções acionadas com um simples toque de dedo: um iPod (tocador de música), um telefone celular, uma câmera digital e um computador portátil.

Fonte: O Estado de S. Paulo
PlayStation 3 pode ganhar versão mais fina
Um PlayStation 3 mais leve, menor e mais bonito. Quem primeiro lançou essa possibilidade foi a revista britânica "T3", no começo de fevereiro. Logo o boato ganhou a blogosfera, impulsionado pelos "mock-ups" produzidos pela publicação (modelos em escala real, como se pode ver nas fotos abaixo).


De acordo com a equipe da revista, tal como aconteceu com seus antecessores, o PS3 ruma para uma versão mais delgada. O seu lançamento ocorreria no segundo semestre de 2008.

O rumor não foi confirmado ou negado pela Sony. Trata-se da mesma postura de quando surgiram os primeiros bochichos sobre a possibilidade de o Playstation Portable ganhar uma versão slim --o que acabou se confirmando.

A informação de que o PS3 se tornará slim foi apurada pela equipe da "T3" na feira de tecnologia CES (Consumer Electronics Show), que aconteceu em Las Vegas, em janeiro. Junto com o novo modelo, viriam um leitor de Blu-ray menor e um HD 160 GB.

A Microsoft anunciou, também neste mês, que vai lançar uma versão mais barata do Xbox 360 no Japão, na tentativa de ganhar mercado. A partir de março, o console terá uma versão chamada Xbox 360 Arcade, sem disco rígido.

Fonte: Folha Online

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