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EUA usam videogame para atrair jovens às eleições de novembro
Jogador vai poder usar Xbox 360 para se registrar e participar de pesquisas. Fundação Rock the Vote pretende cadastrar 2 milhões de eleitores novos.
Como atrair para o debate político norte-americano o jovem que se sente mais à vontade ao enfrentar mafiosos em “GTA IV” do que ao acompanhar um debate entre Barack Obama e John McCain em rede nacional de TV? Para a fundação Rock the Vote, que usa ícones do mundo pop para inserir os jovens na discussão política, a saída é apostar no próprio videogame.
A fundação anunciou nesta quinta (21) uma parceria com a Microsoft que vai permitir que usuários utilizem o videogame Xbox 360 para se “conscientizarem” sobre as eleições presidenciais de novembro. A partir do dia 25, início da Convenção Nacional dos Democratas, o jogador vai poder usar a rede Xbox Live para participar de pesquisas de opinião e se registrar para poder votar em novembro.
“Para atingirmos nosso objetivo de registrar 2 milhões de jovens norte-americanos nesse outono, precisamos ir até esses jovens, e não temos dúvidas que muitos deles estão no Xbox 360 e na Xbox Live”, diz Heather Smith, diretora executiva da Rock the Vote.
A Xbox Live funciona como uma rede social dos jogadores de Xbox. Nela o usuário tem acesso a novos conteúdos, como vídeos de jogos, versões de demonstração e até filmes, além de sua lista de amigos, com os quais pode se comunicar e combinar partidas on-line. Existem cerca de 12 milhões de usuários registrados na Live, o que, segundo a Rock the Vote, é equivalente ao sétimo maior estado norte-americano.
Além de participar de pesquisas de opinião e se registrar para votar, o jogador poderá discutir sobre candidatos e propostas políticas em um fórum específico destinado à parceria.
Fonte: Portal G1 Postada em: 25/08/08
Impostos e pirataria impedem Brasil de ser maior mercado de games da América Latina
Os altos impostos e a pirataria impedem o Brasil de ser o principal mercado de videogames da América Latina, de acordo com o presidente da Nintendo nos Estados Unidos, Reggie Fils-Aime. Durante o evento Nex 2008, que acontece na cidade do Panamá e reúne revendedores e desenvolvedores de jogos da América Latina, o executivo afirmou que a empresa tenta, junto a alguns órgãos de governo, mostrar a necessidade de reduzir a carga de impostos sobre o setor. Por causa dos encargos, um console de Wii, um dos carros-chefes da empresa, custa em média R$ 2 mil no Brasil, contra US$ 249 nos Estados Unidos. O último lançamento da empresa no Brasil, o Wii Fit , que custa US$ 199, sai para o consumidor brasileiro por R$ 549.
- O Brasil poderia ser nosso maior mercado na América Latina, mas precisa de mudanças estruturais em termos de impostos. No México, por exemplo, que costumava ter altas taxas, eles entenderam o problema. Hoje as vendas são maiores e a pirataria diminuiu - afirma Fils-Aime.
Falta de tradução prejudica consumidores
Além do preço mais alto, o consumidor acaba prejudicado pela falta de investimentos em produtos customizados.
- Adoraríamos lançar jogos em português, mas isso não vai ocorrer até que tenhamos um mercado mais ativo no Brasil - disse o executivo.
Hoje, a maioria dos brasileiros jogam com legendas em inglês ou espanhol, o que dificulta bastante a diversão, especialmente a de crianças menores, que atualmente, junto com as mulheres, são um nicho de mercado bastante importante. De qualquer forma, a empresa deve continuar a investir no país.
De acordo com Bill Van Zyll, presidente da Nintendo para a América Latina, campanha publicitárias de acessórios como o Wii Fit já podem ser vistos em canais pagos brasileiros, como ocorre há mais tempo em outros países da América do Sul. Outros que podem ganhar propagandas específicas são o Wii Music e o Motion Plus, os próximos a chegar as prateleiras.
O Wii Music é a versão da própria Nintendo para o Guitar Hero. Ele é jogado com os próprios controles do jogo e simula sons de vários instrumentos. Os jogadores podem criar suas próprias versões de canções consagradas ou criar músicas novas. O MotionPlus é um acessório para o controle que lê com ainda mais precisão os movimentos das mãos dos jogadores. Ele será vendido juntamente com o jogo Wii Resort, que simula diversos esportes ao ar livre.
Outra novidade que chegará ao mercado até o final do ano é o Wii Speak, que permitirá conversar entre os jogadores da nova versão de Animal Crossing City Folk, outro sucesso entre os fãs da empresa. Nenhum desses lançamentos já tem preço definido.
Nintendo busca público mais amplo
A vice-presidente da Nintendo nos Estados Unidos, Cammie Dunaway, afirmou que, até o final do ano, as mulheres podem representar 50% do público da empresa. No ano passado, elas foram 48% do público, contra um índice de 46% em 2006 e 30% em 2005.
Boa parte das consumidoras é atraída por produtos bastante específicos, especialmente o Nintendo DS, que é o console portátil da empresa. Entre os produtos específicos estão um guia de culinária, com cerca de 200 receitas, e jogos envolvendo animais de estimação e até mesmo de guias de saúde, que dão um acompanhamento para perda de peso, por exemplo.
- Mas a idéia é tornar o Nintendo DS cada vez mais próximo do público. Por exemplo, com um guia que oriente o cliente nos aeroportos, informando onde pegar malas ou encontrar um restaurante - diz Cammie.
Segundo ela, esses novos aplicativos já estão em desenvolvimento dentro da companhia.
Fonte: O Globo Online Postada em: 17/08/08
Bibliotecas dos Estados Unidos entram na era do iPod
Sistema eletrônico permite que usuário alugue livros, vídeo e música a distância. Biblioteca em Phoenix tem cerca de 50 mil opções no acervo.
Pode ter chegado a hora de tirar da gaveta aquele velho cartão de biblioteca. Na esperança de atrair leitores, as bibliotecas expandiram imensamente suas listas de livros, música e filmes em formato digital que podem ser baixados pelos seus freqüentadores para computadores ou aparelhos de MP3. E tudo isso a custo zero, o que difere, por exemplo, do conteúdo baixado no iTunes, da Apple, ou na Amazon.com.
Em Phoenix, por exemplo, as bibliotecas da cidade se uniram e criaram uma biblioteca digital que no momento tem cerca de 50 mil títulos de livros eletrônicos, audiobooks, música e vídeos que podem ser "retirados" de qualquer lugar.
Assim que os usuários os descobrem, diz Tom Gemberling, bibliotecário de recursos eletrônicos da Biblioteca Pública de Phoenix, o programa muitas vezes se prova imensamente popular. Biblioteca em qualquer lugar
Não muito tempo atrás, Gemberling visitou uma área de trailers local para conversar sobre o programa com 100 idosos que regularmente viajam em seus trailers e casas móveis.
"Eles estavam aplaudindo e celebrando, no final", afirmou o bibliotecário. "Estavam muito animados. Costumam viver em suas casas móveis e, por isso, podem estar na estrada em qualquer parte, e basta que liguem o computador e se conectem ao catálogo da biblioteca pública de Phoenix para baixar um livro e ouvi-lo enquanto percorrem as estradas".
Disponíveis em milhares de bibliotecas dos Estados Unidos, os programas funcionam assim: primeiro, é preciso um cartão de biblioteca e acesso à web, e alguns softwares que podem ser baixados facilmente -- Adobe Digital Editions, Mobipocket Reader ou OverDrive Media Console.
Depois disso, basta visitar o site da biblioteca, selecionar alguns títulos, acrescentá-los à sacola digital de livros e apertar o botão de download. Caso o título não esteja disponível, o nome pode ser arquivado para futuro download.
De acordo com a biblioteca e o título, o item continua no computador por entre uma e três semanas antes de desaparecer, o que significa que o usuário não tem o trabalho de devolver o livro, CD ou DVD à biblioteca.
Fonte: Portal G1 Postada em: 09/08/08
Fabricante apresenta câmera digital com 14,7 megapixels
Lumix FX150, da Panasonic, será lançada no Japão em agosto por US$ 400. Resolução é chamada de ‘absurda’ por blogs de tecnologia.
A Panasonic apresentou, nesta quarta-feira (30), uma câmera digital com 14,7 megapixels – de tão alta, a resolução está sendo chamada de “absurda” por blogs de tecnologia estrangeiros. Ela tem zoom óptico de 3,6 x, lentes Leica DC Vario-Elmarit de 28 mm e também grava vídeos. Será lançada em agosto no Japão, onde foi apresentada, por US$ 400. Câmeras com resolução de 14 megapixels já existem no mercado, mas ainda são raras.
Fonte: Portal G1 Postada em: 30/07/2008
Rede 3G possibilita internet rápida pelo celular
Alta velocidade e mobilidade irrestrita: essas são as promessas do 3G, padrão de telefonia móvel que vive momento de expansão no Brasil.
A tecnologia permite que você use seu celular ou computador para transferir dados com velocidade de banda larga. Assim, é possível aproveitar serviços como downloads de arquivos grandes e chamadas em vídeo, que exigem boas conexões.
3G é a sigla para terceira geração, padrão de telefonia celular que sucede o 1G, ainda analógico, e o 2G, já digital. A primeira rede 3G do mundo foi inaugurada em 2001 pela japonesa NTT DoCoMo.
No Brasil, a Vivo foi a pioneira no setor --oferece serviços de terceira geração desde 2004. Os pacotes de acesso à internet 3G disponíveis hoje no país prometem velocidades de até 7 Mbits por segundo.
Em dezembro do ano passado, a Anatel arrecadou R$ 5,3 bilhões em leilão de licenças 3G na faixa entre 1.900 MHz a 2.100 MHz --algumas empresas já operavam antes na faixa de 850 MHz. Os maiores compradores foram Claro, TIM, Vivo e Oi.
Além dos modems USB e de placas para acesso à internet em computadores de mesa e laptops, as operadoras oferecem serviços para celulares 3G como videochamadas, exibição de televisão, lojas de música e acesso a vídeos do YouTube.
Uma pesquisa do instituto Nielsen aponta, porém, que apenas 1% dos usuários de telefonia celular no Brasil usa o aparelho para acessar a internet --a maioria prefere tirar fotografias, brincar com jogos e ouvir músicas. Um fator que pode mudar essa cenário é a chegada oficial do iPhone ao Brasil --a nova versão do badalado celular da Apple tem suporte a 3G.
Atualmente, 8,1 milhões de pessoas no Brasil têm banda larga, sendo que 9% delas utilizam internet móvel --índice proporcionalmente maior que o dos EUA (6%), segundo o IDC. Isso se explica pelo o fato de a cobertura da banda larga fixa ter ainda muitas lacunas no Brasil, preenchidas pela internet móvel.
Fonte: Folha Online Postada em: 22/06/08
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