Quarta-Feira, 19 de novembro de 2008




Microsoft e OpenOffice lançam atualizações contra golpes
Colunista do G1 alerta sobre as ameaças mais graves da semana.
Seção de comentários está aberta para dúvidas de leitores.

A cada sexta-feira, a coluna Segurança para o PC vai trazer um resumo dos principais acontecimentos da semana relacionados a vírus e ameaças virtuais. É uma maneira de você ficar alerta para os riscos que seu computador pode estar correndo. Hoje a lista inclui uma atualização de emergência para proteger seu Windows, uma correção importante do pacote OpenOffice e o caso de uma empresa que registrava sites maliciosos.

Microsoft lança correção fora do calendário

A semana foi marcada pela espera do que – até a publicação desta matéria – ainda não aconteceu: a criação de um worm, ou vírus que se espalha pela rede, que tire proveito de uma falha crítica corrigida pela Microsoft com a publicação do boletim MS08-067 na sexta-feira passada (24). A data da disponibilização deste remendo é incomum, porque todas as correções são lançadas na segunda terça-feira do mês (neste mês, dia 14). Fora deste calendário, são consideradas “correções fora de ciclo”.

Se você usa Windows 2000, XP ou 2003 e não instalou a atualização até agora, é hora de fazê-lo. Visite o site do Microsoft Update ou, melhor ainda, configure as Atualizações Automáticas no seu Painel de Controle para deixar o sistema instalar por conta própria esse tipo de correção quando houver uma disponível.

Desde a publicação do MS08-067 existe o risco de que um worm seja criado para tirar proveito da brecha. Uma praga "de qualidade" poderia infectar qualquer computador com Windows 2000, XP ou 2003 desprotegido que estivesse conectado à internet. Seria algo semelhante aos vermes “Sasser”, de 2004, e “Blaster”, de 2003.

É raro que a Microsoft disponibilize uma atualização fora do calendário habitual. Em grandes empresas, os técnicos precisam testar qualquer modificação, mesmo as mais simples, antes de aplicá-las em grande escala. Isso porque, caso algo dê errado, a empresa pára e dinheiro é perdido - e ninguém gosta de perder dinheiro.

Os departamentos técnicos estão acostumados com as datas da Microsoft e uma atualização “fora de hora” causa dores de cabeça. Principalmente porque essas correções não seriam lançadas em regime de urgência se não fossem graves. Logo, não há muito tempo para pensar no que fazer: é preciso atualizar e contar com a sorte para nada sair errado.

A última vez em que a Microsoft lançou um remendo fora de ciclo foi em abril de 2007, direcionado a uma vulnerabilidade que já estava sendo explorada por criminosos. O mesmo vale para esta: já está sendo explorada, mas ainda não em larga escala. Na terça-feira (28), foi desenvolvido um código que permite a qualquer um, mesmo um leigo, invadir um computador usando esta brecha. Basta que saiba executar um programa e fazer alguns cliques. Vale repetir: atualize o sistema! A atualização é de graça e elimina a vulnerabilidade, deixando seu computador seguro contra estes ataques.

OpenOffice corrige brechas de segurança

Se você ainda quer utilizar a versão 2.4 do OpenOffice/BrOffice até que a nova versão 3.0 amadureça um pouco mais, terá de atualizar sua suíte de escritório para a versão 2.4.2, porque duas brechas críticas no processamento de imagens foram corrigidas. Os erros permitem a criação de documentos maliciosos que, quando visualizados no OpenOffice, instalam vírus no sistema.

O download do OpenOffice (versão em inglês) pode ser feito no site oficial do programa. O BrOffice – versão brasileira do programa – não ganhou a versão 2.4.2 até o momento, portanto a instalação da 3.0 é recomendada, se for possível.

Empresa de sites maliciosos pode perder licença

A empresa estoniana EstDomains está para perder sua “licença” para registrar domínios de internet (“example.com” é um “domínio”). A Icann (Corporação para os Nomes e Números Atribuídos na Internet) enviou uma carta à EstDomains nesta terça-feira (28) informando que a empresa não poderia mais registrar nenhum site a partir do dia 12 de novembro.
O motivo da decisão é a condenação do diretor-executivo da EstDomains, Vladimir Tsastsin, a seis meses de prisão por fraude em cartão de crédito, lavagem de dinheiro e outros, em fevereiro deste ano. A EstDomains afirma que Tsastsin não é mais diretor-executivo desde junho. A Icann recebeu uma resposta oficial da empresa sobre o assunto e declarou na quarta-feira (29) que a EstDomains continuará habilitada a registrar domínios até que a argumentação seja analisada.

A EstDomains tem mais de 281 mil sites em seu portfólio e é conhecida por colaborar com criadores de sites criminosos. As empresas responsáveis de registro de sites, quando avisadas sobre uma página claramente maliciosa, derrubam o domínio ou entram em contato com o dono do mesmo. A EstDomains ignorava todos os avisos, pelo menos até recentemente, quando os holofotes caíram sobre ela por ser a principal cliente do provedor norte-americano Intercage, outro grande colaborador de criminosos que foi tirado do ar.

Essas foram as principais notícias de segurança da semana. Na segunda-feira (3), a coluna volta com dicas para diminuir o spam que chega em sua caixa de entrada.

* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários.

Fonte: Portal G1
Postada em: 02/11/08
Gmail lança ferramenta antiemails bêbados
Muita gente no mundo já passou pelo constrangimento de mandar um email ao chegar em casa de madrugada bêbado e se arrependeu profundamente no dia seguinte. Para resolver esse problema central da existência humana o Google criou o "Mail Goggles". Com a função ativada, ele usa um sistema simples e criativo para você esfriar a cabeça e ter certeza que quer mandar aquela mensagem às 4h de sexta-feira. Após clicar em "enviar", será preciso resolver alguns problemas matemáticos para confirmar a operação.

Por padrão, o Mail Goggles fica ativo apenas nas madrugadas de fim de semana, quando ele será mais necessário. Esse horário, no entanto, pode ser modificado. Para acessar o Mail Goggles é preciso clicar na aba "Labs" nas configurações. A ferramenta só funciona se o seu Gmail estiver em inglês.

O engenheiro do Google Jon Perlow, que usou seus 20% de tempo dedicados a projetos pessoais para criar a ferramenta, justificou a nova função do Gmail com histórias bem pessoais: "As vezes eu mando mensagens que não devia. Como a ocasião em que contei através de mensagem eletrônica para uma garota que eu estava atraído por ela. Ou quando mandei, de madrugada, um email para minha ex-namorada pedindo para voltarmos."

Fonte: O Globo Online
Postada em: 12/10/08
O Google nos faz mais idiotas?
O uso freqüente da internet reduz nossa capacidade de ler textos longos, diz especialista

Os artigos e livros de Nicholas Carr têm sido uma fonte de desgosto para os aficionados de internet. No início deste ano, o jornalista e escritor americano lançou The Big Switch (“A grande virada”), em que revela os perigos de uma rede de compu-tadores cada vez mais inteligente e poderosa. Agora volta à carga em artigo na revista Atlantic Monthly, no qual aborda uma ameaça mais sutil do mundo virtual. Carr deu-se conta dela ao perceber que tinha cada vez menos paciência para ler textos longos ou livros. Sua concentração se dispersava depois de duas ou três páginas. “Estou sempre tentando trazer minha mente de volta ao texto”, diz. O que antes fazia com prazer virou um martírio. “Não penso mais da maneira que costumava pensar”, lamenta. Carr está convicto de que não se trata de um problema pessoal. Ex-editor da Harvard Business Review, ele ouviu blo-gueiros e intelectuais que confessaram igual dificuldade para chegar até o último parágrafo de um livro.

O título do artigo – O Google está nos tornando estúpidos? – dá uma pista. Carr acredita que a internet transformou nossas mentes. Os meios de comunicação não são canais passivos de informação. “Eles fornecem o conteúdo de nossos pensamentos, mas também modelam o processo de pensamento”, diz Carr, citando o pensador canadense Marshall McLuhan. Resultado? Um internauta que salta de site em site condiciona a mente a receber informações de forma rápida e superficial. Os circuitos neuro-lógicos adaptam-se a essa nova realidade, afirma o escritor, baseado em pesquisas que mostram que o cérebro, mesmo o de adultos, é dotado de enorme plasticidade. “O cérebro consegue se reprogramar em pleno vôo, alterando a forma como funciona”, afirma o neurocientista James Olds, da George Mason University, em apoio aos argumentos de Carr.

Uma pesquisa recente da University College London confirma a dificuldade que as pessoas têm hoje de mergulhar em textos longos. O levantamento examinou, durante cinco anos, o comportamento dos visitantes de dois populares sites de pesquisa – da Biblioteca Britânica e de um consórcio de instituições de ensino – que dão acesso a jornais, e-books e outras fontes de informa-ção. Descobriram que os usuários exibem um comportamento ligeiro e inconstante. Lêem no máximo uma ou duas páginas de um artigo ou de um livro antes de trocar de site. Alguns arquivam textos longos, mas raramente voltam a consultá-los. “Fica evidente que os usuários não lêem no sentido tradicional”, dizem os autores do estudo. “É uma nova forma de leitura. Navegam por títulos, sumários e resumos de textos. Parece que estão online apenas para evitar uma leitura no sentido tradicional.”

A mesma superficialidade parece contaminar a academia, segundo estudo recente do sociólogo James Evans, da Universida-de de Chicago. Apesar de ter à sua disposição uma quantidade cada vez maior de versões online de publicações científicas, os pesquisadores tendem a pesquisar na internet um número reduzido de artigos – os mais comentados entre os colegas, ignorando todo o restante. “A pesquisa científica online acelera o consenso”, diz Evans. É um comportamento bem diferente daquele exibido por pesquisadores de outras eras, que gastavam um tempo enorme fuçando trabalhos em bibliotecas e que, pela própria natureza da consulta, esbarravam em trabalhos de diferentes campos do conhecimento, que, ao final, acabavam sendo citados nos seus estudos.

A repercussão do artigo de Carr foi imediata. Em seu blog, o escritor Evan Ratliff, colaborador da revista The New Yorker e do jornal The New York Times, disse que o uso incessante da internet provavelmente afeta também a nossa memória, uma vez que não temos mais a necessidade de lembrar daquilo que está facilmente à nossa disposição no universo virtual. O que não é, ne-cessariamente, negativo. São circuitos neurológicos que podem ser empregados em outras atividades.

Muitos apontam um pessimismo exagerado em Carr. O jornalista Kevin Kelly, editor da revista Wired, afirma em seu blog que, se o nosso desempenho intelectual cai quando estamos fora da rede, melhora quando estamos online. “Será que não ficamos mais idiotas quando estamos fora do Google, mas mais espertos quando estamos no Google? É muito provável que sim”, diz. Para Danny Hillis, escritor e consultor da IBM e da Hewlett-Packard, o autor de The Big Switch erra ao apontar o culpado. “O dilúvio que está nos afogando é o do excesso de informação”, afirma. Para ele, o Google e outros instrumentos da internet apenas nos ajudam a sobreviver em meio ao enorme fluxo de dados da sociedade contemporânea.

Fonte: Revista Época Negócios
Postada em: 05/10/08
Saiba o que fazer na hora de descartar seu eletrônico usado
Consumidor pode doar, vender ou devolver o produto para fabricantes.
G1 elaborou lista com empresas de tecnologia que recolhem itens para reciclagem.

O filme "Wall.E"dá um alerta para a quantidade de lixo produzida por uma sociedade extremamente consumista -- a função do simpático robô é compactar esses itens descartados e organizá-los em pilhas. Um dos fatores que pode contribuir para o aumento da quantidade de lixo é o consumo de equipamentos eletrônicos, que são substituídos de forma rápida por modelos mais atuais: agora o iPhone tem de ser 3G, o PC precisa de tela sensível ao toque, o aparelho de DVD deve rodar Blu-Ray, e por aí vai.

Para evitar que o agravamento do problema do lixo, os consumidores de eletrônicos devem dar um destino adequado a seus aparelhos obsoletos. Basicamente, quando ainda estão funcionando eles podem ser doados ou vendidos. E, no caso de não funcionarem mais, também é possível devolvê-los a alguns fabricantes para que eles façam a reciclagem adequada.

DOE OU VENDA

Mesmo que as funções de seu telefone celular sejam limitadas, é possível que ele atenda perfeitamente às necessidades de algum amigo, parente, colega de trabalho ou até mesmo desconhecido (no caso da venda). Segundo especialistas envolvidos com questões ambientais, uma saída para reduzir o problema do lixo eletrônico é prolongar ao máximo a vida útil dos aparelhos, passando-os para frente. Se eles estiverem funcionando, certamente alguém poderá usá-los.

No caso das doações, você pode ter de fazer uma pesquisa para descobrir quem gostaria de receber o produto que você não quer mais. Vale boca a boca (no caso de repassar um tocador digital, por exemplo) e também buscas na internet (se você quiser doar itens mais robustos, como um computador ou impressora).

Se a idéia for vender, uma boa opção é anunciar em sites de comércio eletrônico como o Mercado Livre. Ao negociar, tome os devidos cuidados, seguindo sempre as dicas de segurança anunciadas nessas páginas.

DEVOLVA

Muitos fabricantes de eletrônicos ou operadoras de telefonia móvel recolhem os eletrônicos já usados, quando os consumidores não os querem mais -- o fato de a empresa pensar nisso pode ser, inclusive, um diferencial na hora de escolher as marcas.

Claro
A empresa recolhe em 140 lojas telefones celulares, baterias e acessórios de qualquer fabricante. Até o segundo semestre, diz a companhia, todos os pontos de venda no país terão uma urna coletora, incluindo mais de 3,3 mil de seus agentes autorizados. Segundo a Claro, todo o fluxo de reciclagem realizado pela GM&C é monitorado, desde o recolhimento dos eletrônicos até a destinação final.

Dell
Entre os três principais fabricantes de computador no país, essa é a única que apóia uma política de coleta de computadores usados. “Temos a estratégia global de nos tornarmos a empresa de tecnologia mais verde do mundo, e o programa de reciclagem faz parte dessa meta”, explica Gleverton De Munno, gerente sênior de assuntos corporativos. Economia no consumo de eletricidade e diminuição na emissão de carbono também estão entre as iniciativas.

Por enquanto, os clientes da Dell que querem doar computadores (dessa ou de qualquer outra marca) são direcionados à Fundação Pensamento Digital, que tem a fabricante como parceira. A partir do segundo semestre, afirmou De Munno ao G1, a empresa disponibilizará um sistema de coleta que vai até a casa do consumidor para retirar a máquina usada.

HP
Disponibiliza campanhas sazonais chamadas Trade-in (veja disponibilidade aqui), realizadas em grandes lojas de varejo. Com ela, equipamentos usados de qualquer marca ou modelo podem ser revertidos em descontos na compra de impressoras, multifuncionais e scanners da HP. O abatimento no preço chega a R$ 300.

A empresa também tem uma política de recolhimento de cartuchos para clientes corporativos. Quando reciclados, diz a HP, eles podem ser utilizados na produção de peças automotivas, bandejas para microprocessadores e telhas de cobertura.

Motorola
Os clientes dessa empresa podem devolver seus aparelhos e baterias em assistências técnicas autorizadas. Entre os motivos para a reciclagem divulgados pela empresa estão: evita a extração de metais e elementos químicos, somente nos Estados Unidos cerca de 100 milhões de celulares entram em desuso anualmente e a cada segundo cerca de 23 celulares são fabricados ao redor do mundo.

Nokia
Os usuários de telefones dessa fabricante podem entregar seus telefones, baterias e acessórios para as assistências técnicas listadas aqui. Na seção de reciclagem de seu site, a empresa afirma que 80% de um telefone celular pode ser reciclado.

Sony Ericsson
Empresa de tecnologia mais verde, segundo o ranking do Greenpeace, a Sony Ericsson recolhe telefones celulares em grandes magazines ou assistências técnicas autorizadas. Para saber quais os endereços, o consumidor pode solicitar essa informação on-line ou ligar para (011) 4001-0444.

TIM
Em todo o país, as lojas e revendas exclusivas da operadora recolhem aparelhos celulares, baterias e acessórios, que recebem destinação “de acordo com as normas ambientais”. Alguns Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná) têm também o programa Papa-Pilhas, que deve ser expandido para o resto do Brasil até o final do ano. Desenvolvido em parceria com o Banco Real, ele é mais abrangente: aceita também pilhas, telefones sem fio e laptops, além dos outros itens já citados.

Vivo
A operadora tem 3,4 mil pontos de venda e revenda que aceitam celulares, acessórios e baterias. Os itens recolhidos são encaminhados para um descarte apropriado e, segundo a empresa, o recurso obtido com esses eletrônicos vai para o Instituto Vivo. A Belmont Trading, empresa responsável pela coleta, triagem e descarte, afirma que 80% dos aparelhos são reciclados e 20% são revendidos em outros países.

RETORNO

No Brasil, o produto mais fácil de ser devolvido é o telefone celular: além das fabricantes, muitas operadoras recolhem os aparelhos. De acordo com a Nokia, 80% dos itens de um aparelho celular podem ser reciclados. Em seu site, a empresa explica para onde vão esses produtos reaproveitados: baterias, aço inoxidável, auto-falantes (os produtos das baterias), jóias, eletrônicos, aplicações médicas (os componentes), cones de plástico, cercas plásticas e pára-choques (as capas dos aparelhos).

Ao contrário do que acontece com os telefones, não é tão fácil devolver tocadores digitais ou computadores. A Apple, responsável pelo popular iPod, não tem qualquer iniciativa nesse sentido no país. E, entre os três fabricantes de computadores que mais vendem por aqui, apenas a Dell apóia um programa de coleta.

Para Gleverton De Munno, gerente sênior de assuntos corporativos da Dell Brasil, a prática de reciclagem de celulares é mais comum por conta da grande quantidade de telefones vendidos no país. E, apesar de a prática ainda não ser popular entre as fabricantes de PC, o executivo diz que a preocupação ambiental pode ser decisiva no processo de venda. “O consumidor doméstico ainda prioriza o preço. Mas se houver empate entre valor e qualidade de uma máquina, a vitória fica com a empresa verde”, acredita.

A ONG Greenpeace criou em 2006 um ranking dos fabricantes de eletrônicos que considera, entre outros itens, a atuação das empresas quando os consumidores não querem mais seus produtos. Para ter uma boa nota nessa classificação, a companhia precisa recolher e reciclar seus próprios eletrônicos, quando eles se tornam obsoletos. Veja quais são as empresas de tecnologia mais verdes, segundo o Greenpeace.



Fonte: Portal G1
Postada em: 28/09/08
Internet chega a 20,2% dos lares brasileiros, segundo Pnad 2007
O avanço dos computadores nos domicílios brasileiros foi significativo em relação a 2001, segundo os números do Pnad 2007, com a internet chegando a 20,2% dos lares. O problema, no entanto, é a concentração de máquinas nas regiões Sul e Sudeste, com o Norte e Nordeste ainda muito atrasados em termos de informática.
Banda larga brasileira está entre as piores do mundo, diz estudo

As estatísticas indicam que os microcomputadores chegam a 15 milhões das casas (26,6%), sendo que 11,4 milhões deles estão conectados à internet (20,2%). Em 2001, eram 6 milhões de domicílios com computadores (12,6%), com 4 milhões ligados à web (8,6%).

Mais da metade dos domicílios com computador (8,8 milhões) estão no Sudeste, onde 6,896 milhões têm acesso a internet. O Sudeste possui 27,4% de suas casas conectadas; a região Sul, 24%; o Centro-Oeste, 18,4%; o Nordeste, 8,8%; e o Norte, apenas 8,2%.

O Distrito Federal é a unidade da Federação com mais computadores (48,8%). No Maranhão, pior estado neste quesito, o índice é de 8%. Os dados separados por estado não indicam qual a porcentagem destes computadores que estão ligados à rede.

O grande crescimento de aparelhos celulares no país levou também a um aumento da presença de telefones nos domicílios. Eles estão presente em 77% das casas brasileiras. Desde 2002, o número de domicílios com telefone móvel celular vem crescendo mais de 15% ao ano.

De 2006 para 2007, mais 2,7 milhões de domicílios passaram a ter algum tipo de telefone e, entre os que possuíam somente telefone móvel celular, o aumento foi de 2,680 milhões, chegando a um total de 17,814 milhões (ou 31,6%). As regiões Norte e Nordeste apresentaram os maiores aumentos relativos nos percentuais de domicílios com telefone.

Fonte: O Globo Online
Postada em: 19/09/08

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